Enviado em 08.12.2017

O que é melhor no atendimento: fusão, emenda mecânica, ou conectorização?

Todos os sistemas são excelentes, depende da aplicação e dos cálculos para o dimensionamento do link óptico. Há a necessidade de verificar as […]

Todos os sistemas são excelentes, depende da aplicação e dos cálculos para o dimensionamento do link óptico. Há a necessidade de verificar as especificações de todos os equipamentos, como a perda por quilômetro do cabo, a perda da emenda mecânica, do conector e também da fusão.

Além disto, a preocupação em realizar os procedimentos da melhor maneira possível deve existir. Por mais que a máquina de fusão seja ótima, a emenda mecânica apresente pouca perda, e o conector evite que a luz seja dissipada, o técnico deve ter amplo conhecimento para manuseio dos três métodos. Este ponto é primordial.

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A fusão com a máquina acontece através de um sistema que funde a fibra através de arco voltaico, e apresenta uma perda média de 0,02dB (em fibra SM) e de 0,01dB (em fibra MM); tendo, porém, uma tolerância até os 0,03dB. No mercado existem máquinas de fusão de diversas tecnologias: umas fazem emenda pelo núcleo, outras pela casca.

O mais recomendado é utilizar as que fazem emenda pelo núcleo, pois o resultado é muito mais “exato” (na relação com a fusão pela casca), e muito rápido: entre 5 e 8 segundos. O custo, por sua vez, é o mais elevado se comparado com os outros dois métodos: entre R$10 e R$15 mil.

A fusão com a máquina acontece através de um sistema que funde a fibra através de arco voltaico, e apresenta uma perda média de 0,02dB e de 0,01dB; tendo, porém, uma tolerância até os 0,03dB. No mercado existem máquinas de fusão de diversas tecnologias: umas fazem emenda pelo núcleo, outras pela casca.

O mais recomendado é utilizar as que fazem emenda pelo núcleo, pois o resultado é muito mais exato, e muito rápido: entre 5 e 8 segundos. O custo, por sua vez, é o mais elevado se comparado com os outros dois métodos: entre 10 e 15 mil reais.

O processo por meio da emenda mecânica é o de aproximação das duas fibras nuas para que seja possível a passagem da luz de uma para a outra, porém, diferentemente da fusão, elas não se tornarão uma. A perda por inserção média é menor ou igual, a 0,1dB, e a perda de retorno, -40dB. Já o custo médio para compra de uma emenda mecânica não ultrapassa os R$15,00, sem contar o extensor óptico, que custa, em média, R$14,00.

O terceiro e, talvez, mais utilizado processo é o de conectorização. Existem dois polimentos de conector que hoje são os mais utilizados: APC e UPC, em vários padrões, como SC, LC, ST e MT. Para a utilização deste método, é necessário que se faça a preparação do conector, o que nem sempre é visto como um processo simples pelos técnicos. Agora está tudo muito mais fácil para utilizar conector: eles já são pré-polidos e reutilizáveis. O preço varia de acordo com o polimento, UPC costuma ser um pouco mais em conta (R$12,00 por conector), mas o APC (R$15,00 por conector) apresenta uma perda significativamente menor na rede, cerca de 0,3dB por inserção, e 40dB de retorno.

Enfim, como escolher qual é melhor? Cada um deve analisar a rede que possui e pôr no papel todos os valores de compra e também calcular as perdas dos métodos, além de estudar meticulosamente o local onde ela será feita para tomar, de fato a decisão correta. Conversar com outros provedores, mais experientes, também ajuda.

A maior dica é pesquisar. Caso ainda esteja pensando em montar um provedor, entre em contato com um projetista ou engenheiro de redes, explique a situação e solicite uma consultoria. Desta maneira, vai ser muito mais fácil começar o empreendimento.

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